Visão

 

"não se aprende nem se ensina sem afectividade",

"para ensinar é preciso aprender com a criança qual é o seu saber",

"se a criatividade tivesse um papel primordial, mesmo no ensino da leitura e contas, as crianças trariam consigo e dentro de si, mais "objectos" de amor para se protegerem da vida".                  João dos Santos

 

 

A criança é um todo e como tal deve ser entendida. É uma parte inseparável do seu sistema social. 
É necessário proporcionar-lhe todos os meios que facilitem e possibilitem um desenvolvimento harmonioso.

A intervenção efectiva com uma criança torna necessário compreender e responder às necessidades de todos os elementos significativos do seu contexto.

 

 

 

Os alunos que frequentam o Colégio são crianças e jovens para quem um meio pequeno, acolhedor e securizante é essencial.

 

Sempre ensaiámos várias metodologias e estratégias que privilegiavam a relação afectiva.  Com João dos Santos aprendemos que:

 

 

A afectividade e a criatividade tiveram sempre, e continuam a ter, um papel fundamental e determinante no modo de funcionamento desta instituição e na elaboração do seu Projecto Pedagógico.
Têm sido - são - o seu "motor", a sua vocação e a sua filosofia.

 

Foram estes ideais, este modo de agir, este entusiasmo e esta aprendizagem de experiência feita, com os quais "crescemos" e "aprendemos a viver", que nos têm permitido uma constante adaptação às novas linhas orientadoras, às novas realidades sociais e aos novos desafios postos pela crescente complexidade dos casos a atender.

 

Consideramos que, de facto, nos compete promover o ensino, a autonomia pessoal, a integração social e sempre que possível ou necessário incluir no currículo uma componente de formação pré-profissional.


Acreditamos que é através de uma perspectiva educativa e terapêutica e de um meio estimulante de vivências que podemos proporcionar a cada uma das crianças e jovens que atendemos a aquisição de competências e o seu sucesso educativo e pessoal. 
   
Acreditamos também que o “ saber só se interioriza se for um saber de experiência feito.”
Por isso, preparar e assegurar a transição para a vida adulta / activa dos alunos com necessidades educativas especiais (para formação profissional, emprego, actividades ocupacionais, etc) é a nossa grande prioridade.


Toda a actividade tem como suposto que a intervenção junto das crianças e jovens só é efectiva se as levar à autonomia pessoal no conhecimento, no desenvolvimento, na decisão e na vida quotidiana.

 

O desafio que temos pela frente e ao qual queremos responder tão bem quanto soubermos e formos capazes é o de que, de alguma forma, todas as crianças e jovens, independentemente das suas diferenças, consigam ter sucesso na sua aprendizagem e na construção da sua autonomia.

Colégio Eduardo Claparède

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